Encuentro de Lula y Obama: pega esta imagen en tú pagina, Foro, Myspace o Ebay con este código...
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El presidente estadounidense Barack Obama por primera vez recibió este sábado en la Casa Blanca al presidente de Brasil Luiz Inacio Lula da Silva. Según coinciden la agencias el brasileño “ofrece un atractivo perfil de mediador en América Latina y de innovador en el campo energético” y en este encuentro expresó que “La crisis política puede resolverse con una decisión política firme en la reunión del G-20″. Pudo verse mucha cordialidad hablando al lado de Obama en la Casa Blanca, luego de una entrevista de más de una hora. “Lo primero que se requiere es restaurar la credibilidad de nuestras sociedades en el sistema financiero”. Lea también Luiz Inácio Lula da Silva abordou mais uma vez a questão do protecionismo adotado pelos Estados Unidos y más.
Lula pide a Obama decisiones más firmes ante crisis global
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WASHINGTON (AP) - El presidente brasileño pidió el sábado al presidente Barack Obama adoptar “decisiones más firmes” para superar la crisis financiera global y dijo que la cumbre del G-20 dentro de tres semanas en Londres será una buena oportunidad para la cooperación.
“La crisis política puede resolverse con una decisión política firme en la reunión del G-20″, dijo Luiz Inácio Lula da Silva hablando al lado de Obama en la Casa Blanca, luego de una entrevista de más de una hora. “Lo primero que se requiere es restaurar la credibilidad de nuestras sociedades en el sistema financiero”.
Los países del G-20 _del cual son miembros Brasil, Argentina y México por América Latina_ fueron convocados por la pasada administración del presidente George W. Bush para adoptar medidas urgentes contra la crisis. Luego de una primera reunión en Washington se reunirán en Londres el 2 de abril.
La crisis fue el principal tema del diálogo de ambos en la Oficina Oval, junto a la cooperación en los campos energético, biocombustibles, pobreza y las relaciones bilaterales, así como de Estados Unidos en general con América Latina, dijeron los dos presidentes.
Obama, dedicado desde que asumió el gobierno hace siete semanas a estimular la economía de Estados Unidos, donde se originó la crisis que estaba llevando al mundo a la recesión, elogió la capacidad de liderazgo internacional de Lula en lo que fue su primera entrevista con un presidente latinoamericano en la Oficina Oval.
Obama dijo que los inversores deberían tener “confianza absoluta” en la solidez de los Estados Unidos.
También dijo que su campaña a favor de la regulación financiera será el “frente y centro” de su participación en la cumbre del Grupo de los 20 a principios de abril.
Yahoo News
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14/03/2009 - 14h53
Lula destaca protecionismo dos EUA; Obama fala em “respeito entre os países”
Folha Online
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Em encontro com Barack Obama com a presença da imprensa na Casa Branca nesta tarde, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou mais uma vez a questão do protecionismo adotado pelos Estados Unidos.
“Os Estados Unidos e o Brasil têm um fluxo na balança comercial de US$ 54 trilhões. Os EUA exportam US$ 26 milhões para o Brasil e o Brasil exporta US$ 26 milhões para os EUA. Está claro que, para o tamanho dos dois países, é muito pouco. [...] O problema é que todo país só quer vender, ou seja, cada país quer ter superávit comercial e não é possível. O comércio exterior é uma vida de duas mãos. Você vende e compra para manter o equilíbrio. E nós precisamos manter isso. Protecionismo, nesse momento, agravaria a crise econômica”, declarou Lula.
“Eu espero que os Estados Unidos e o Brasil possam amadurecer nos seus pensamentos [...] e apresentar ao mundo uma solução para o sistema financeiro, que precisa de regulamentação, e isso é inexorável. O tamanho da regulamentação vamos descobrir. Eu sou otimista”, continuou o presidente brasileiro.
Antes, Obama havia afirmado que o objetivo é “não retroceder nos avanços que já aconteceram”. “O acordo que nós já conseguimos com o Brasil não pode ser violado. Tenho certeza que o presidente Lula também vai tomar atitudes semelhantes no Brasil para garantir que o comércio mundial não retroceda. [...] Vamos assegurar que o respeito entre os dois países construa um caminho bom para ambos. Não vamos construir muros em torno de nossos países.”
Relações
Lula é o primeiro presidente latino-americano a ser recebido na Casa Branca. Ele ressaltou o papel do presidente americano na região. “Obama tem a oportunidade histórica de melhorar as relações com a América Latina e a África”, afirmou o presidente brasileiro. O democrata afirmou que espera visitar o Brasil em breve.
À imprensa, ao lado de Obama, Lula destacou ainda pontos que considera importantes para superar a crise econômica mundial, deflagrada nos Estados Unidos.
“O presidente Obama e eu estamos convencidos de que essa crise econômica pode ser resolvida com decisões políticas no próximo G20″, disse Lula. “Precisamos restabelecer a credibilidade e a confiança da sociedade no sistema financeiro. Precisamos restabelecer a credibilidade e a confiança da sociedade nos governos. Para isso, precisamos fazer com que o crédito volte a fluir dentro dos países e também facilitar o comércio entre os países.”
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14/03/2009 - 14h18
“Estou rezando mais por ele do que por mim”, diz Lula sobre Obama
Folha Online
Em encontro hoje com a presença da imprensa na Casa Branca, em Washington (EUA), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse a Barack Obama que reza mais pelo presidente americano do que por ele próprio.
“Com apenas 40 dias de mandato, ter um pepino como esse [a crise financeira]… Eu não queria estar na pele dele”, disse Lula. “Ele está parecendo minha mulher falando comigo”, brincou Obama, em resposta.
Lula é o primeiro presidente latino-americano a ser recebido na Casa Branca. Ele ressaltou o papel do presidente americano na região. “Obama tem a oportunidade histórica de melhorar as relações com a América Latina e a África”, afirmou o presidente brasileiro. O democrata afirmou que espera visitar o Brasil em breve.
À imprensa, ao lado de Obama, Lula destacou ainda pontos que considera importantes para superar a crise econômica mundial, deflagrada nos Estados Unidos.
“O presidente Obama e eu estamos convencidos de que essa crise econômica pode ser resolvida com decisões políticas no próximo G20″, disse Lula. “Precisamos restabelecer a credibilidade e a confiança da sociedade no sistema financeiro. Precisamos restabelecer a credibilidade e a confiança da sociedade nos governos. Para isso, precisamos fazer com que o crédito volte a fluir dentro dos países e também facilitar o comércio entre os países.”
Relação
Os presidentes vão tentar iniciar uma relação que deve se estreitar futuramente. De acordo com analistas, mais que buscar acordos específicos, ambos tentarão estabelecer uma afinidade que facilite de um modo geral a relação entre Brasil e Estados Unidos. “Acho ótimo que se conheçam desde o princípio, nos primeiros 50 dias de Obama no cargo”, disse à agência Efe Carla Hills, que foi representante de Comércio Exterior dos EUA durante o governo Bush.
Hills destacou que os interesses comuns são grandes. “Os dois países sofrem com a crise econômica e não podem se isolar do resto do mundo. Podemos falar abertamente a respeito do que podemos fazer para fomentar o progresso em nível global e sobre o que, particularmente, nos beneficiará.”
O multilateralismo abraçado por Obama é algo que o aproxima de Lula, que tentou tirar o Brasil de seu tradicional retraimento e colocá-lo no centro dos debates internacionais. Os EUA colaboraram com o Brasil principalmente na promoção do etanol e na luta contra a malária e a Aids na África.
Esse vínculo “é um reconhecimento do emergir do Brasil no mundo e achamos que estamos num ponto no qual será possível tornar realidade todo o potencial dessa relação nos próximos meses e anos”, disse o secretário de Estado adjunto para a América Latina, Thomas Shannon.
Tensão
Embora ambas as nações tenham interesses muito parecidos, entre elas também há alguns pontos menores de tensão. Um deles é o comércio. O Brasil protestou abertamente contra a cláusula Buy American (compre produtos americanos, em tradução livre), do pacote de estímulo econômico dos EUA, que privilegia a indústria nacional.
Depois que os principais parceiros comerciais do país reclamaram, o artigo foi modificado e agora especifica que o governo respeitará o tempo todo as obrigações contraídas nos tratados comerciais internacionais.
Outro tema delicado é a tarifa de US$ 0,54 (cerca de R$ 1,24) por galão (3,8 litros) com a qual os EUA taxam o etanol exportado pelo Brasil para proteger os produtores americanos. O governo brasileiro, cujo etanol de cana-de-açúcar é mais barato que o produzido a partir de milho nas destilarias americanas, já pediu várias vezes à Casa Branca que essa barreira alfandegária seja eliminada.
Além disso, um caso familiar surgiu nas relações entre ambos os países. O protagonista dele é Sean Goldman, cuja mãe, Bruna Carneiro Ribeiro, o trouxe para o Brasil há quatro anos, sem nunca mais voltar para os EUA. O pai do menino, David Goldman, luta para recuperar a guarda da criança, que encontra-se com o segundo marido de Bruna, morta há seis meses enquanto dava à luz uma menina.
Segundo Shannon, o polêmico caso chegou ao conhecimento de Obama. E a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, telefonou para Goldman, que está no Rio de Janeiro, para destacar a “importância que o caso” tem para os EUA, acrescentou o secretário de Estado adjunto.
Com Associated Press, Efe e Reuters
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